Cotidiano e Poesia | C’est La Vie…
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C’est La Vie…

Toda vida dura exatamente uma eternidade…

Não há dor na vida, exceto a dor de saber que viver é breve, efêmero.

Nascemos para ser casa/porta retratos.

Nascemos à biografia dum futuro presidente ou mais um nas estáticas dos invisíveis sociais.

É a vida…

Sonhamos com um futuro melhor, por um bem que seja presente, por um passado mais florido.

A realidade é que somos, todos, cúmplices.

Todos os homens embaixo desse céu: branco, negro, azul clementina, vermelho menina – coração de homem tem uma só cor e mesmo assim – Às vezes parece que o coração do homem desafina numa nota só. Alguns de nós simplesmente não aprendemos as outras mil dezenas de mil outras notas,

Somos parte de uma fábula no chão dessa terra, temos até estrela cadente que é pra fazer pedido a um deus que ninguém viu.

-Somos sem duvida numa maioria – homens de Fé!

Somos tantos, temos tantos nomes: homem e mulher, criança, cristão, Xingu, hindu, ateu, judeu Julieta e Romeu…

Tantos nomes e bastaria apenas um (coração que reza) afinal, somos todos do mesmo céu e do mesmo ar não deveria haver jogos de certezas e razões porque se você prestar atenção tudo é voz de silêncio.

Todos nós aprendemos a ter cuidado. Aprendemos a amar e a respirar!

 É a vida…

Terminamos onde se completa a colcha de retalhos, pois antes disso, somos obra incompleta/hóspedes de um verbo condicional, o pretérito imperfeito para lá das aparências.

Olhos no espelho, nos vãos que te observam, nas geografias do tempo.

_fomos encarregados de cumprir uma promessa esse é o mistério, pois, somos um tipo de abrigo.

Assim é a vida…

Que tal um café?

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Petrópolis – 08/10/2015

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