Cotidiano e Poesia | por Vinicius Carvalho
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27 mar Nem Anjo e nem Demônio

Sereia, cigana, fora de alcance. Mulher que desconcerta o pensamento, alvo de amores eternos. Fêmea na boca de alguns- nas conversas de tantos. Dama do sorriso marcante que nos embriaga, falamos sozinhos, loucos “bêbados ou sóbrios” Dona da inconsequência nos pensamentos que provoca. A sua…

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23 mar Por toda minha vida…

Além do primeiro tombo, quando o amor era uma rima nas revistas de quadrinhos, além dos enfeites que eu não via, das palavras que eu não entendia, havia um vácuo de coisas acontecendo… Havia o olhar criança salteando lonjuras, desdobrando paisagens, arranhando a inocência no…

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21 mar A voz do silêncio

A fragilidade do som fundindo as lacunas do sentimento- tudo tão sensível. Perceber o som me dói inteiro soprando certezas escondidas, banidas. O som de um silêncio pulsante desfazendo os meus motivos- mesmo sem encontrar os meus motivos. E agora? Tapo os meus ouvidos ou…

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18 mar Sobre [viver]

  Tem dias que tudo que eu tenho para contar são estórias… Eu conto a vida. A minha, a sua ou a de um estranho. Passamos a vida num picadeiro enorme ou inventando salvas de palmas- sobrevivendo, tentando matar a saudade de quem queremos ser….

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17 mar Fênix

Sinto a febre dos dias queimando minha breve existência, ouço um silêncio atento que me descreve e reconhece a minha fraqueza. Eu já morri e renasci muitas vezes, eu já quis mais do que supunha poder – e por amar demais ficarão as chamas. –…

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06 mar O criador…

Sujeitos e predicados enforcando os meus trejeitos. Sou eu no palco das cobranças, minhas fantasias já não me cabem mais- adulteram meu almanaque de idéias. Minha criação mais fiel, meu marionete do riso fácil, minha conquista particular. Meu advérbio que brinca nas asas do verbo…

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01 mar Entre quatro paredes…

Um silêncio remexendo a curiosidade dos dias descobrindo um descanso mais intimo. A palavra não se origina e a vida lá fora der repente parece sem lógica, atemporal- sem viço. Entre quatro paredes, fotos e sorrisos ainda quentes, palavras iludindo o sentimento penduradas na barra…

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19 fev Flagrante…

Contorcendo os dedos como quem debulha o universo inteiro, o pensamento promovendo a resiliência na gratuidade dos que fazem sem intenção. Vi-me frente às escolhas que nunca foram as minhas, confesso um sorriso confuso desorientado- por onde eu passei deixei um pedaço de mim, e…

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18 fev Olhos cansados

Os dias pesam nos olhos, recolho fagulhas de um sorriso sem graça- experimento a tranqüilidade de uma lágrima. Eu me deito sobre os meus joelhos, permito-me frágil, leve, mansa. Eu aprendi a me afastar- aprendi a não negligenciar as minhas dores. Permito-me ir com calma….

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